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Cansado de treinar estagiários? Como a rotatividade de equipe está travando o crescimento do seu escritório

Foto do escritor: Roberta Marinho
Roberta Marinho
28 de set.
2 min de leitura

Encontrar, contratar e treinar profissionais para o contencioso virou um gargalo nos escritórios de advocacia. 

Os resultados do Exame de Ordem da OAB registram historicamente taxas médias globais de aprovação que variam entre apenas 20% e 30%. Na primeira fase, o gargalo é ainda maior, com índices que costumam ficar entre 20% e 25%. 

Esse cenário evidencia que a grande maioria dos bacharéis que chegam ao mercado passa por uma formação teórica com sérias lacunas práticas — o que exige dos escritórios um esforço desproporcional de treinamento interno apenas para garantir o básico na operação.

Ou seja, o mercado de novos talentos está escasso, e os donos dos escritórios precisam gastar mais tempo qualificando novos estagiários ou advogados para que possam atender a demanda do contencioso.

E o problema não para por aí, já que muitas vezes é gasto bastante tempo qualificando, para em seguida, o profissional sair para encontrar outras opções de trabalho. 

Se você é sócio ou gestor de um escritório de advocacia, é muito provável que já tenha vivido este ciclo frustrante: você gasta semanas selecionando um estagiário ou advogado júnior, dedica horas preciosas da sua rotina para treiná-lo e, quando ele finalmente aprende a rodar a operação com qualidade... ele pede demissão ou se forma.

Resultado? Você volta à estaca zero.

A dificuldade em encontrar bons profissionais no mercado jurídico e a falta de tempo dos sócios para treinar e revisar trabalhos operacionais tornaram-se o principal freio de crescimento para médios e grandes escritórios.

Manter uma operação dependendo exclusivamente da contratação e do treinamento constante desses profissionais traz riscos graves para o seu negócio.


O custo invisível da gestão de pessoas no contencioso

O cumprimento de prazos exige precisão cirúrgica. Quando a sua equipe operacional falha, o prejuízo não é apenas financeiro: é reputacional.

Para evitar perdas de prazos, muitos sócios sêniores acabam se tornando "revisores de petições" e "gerenciadores de estagiários". O problema é que cada hora investida corrigindo uma peça operacional é uma hora a menos dedicada à captação de clientes de alto valor, ao networking e à estratégia do escritório.

Foi exatamente para quebrar esse ciclo que surgiu o BPO Jurídico (Business Process Outsourcing).


A solução: Gestão de Prazos Ponta a Ponta (Sem necessidade de treinamento)

Diferente de contratações tradicionais ou correspondentes pontuais, o BPO Jurídico do SM Advocacia assume a responsabilidade operacional do início ao fim:

  1. Captura da Publicação: Identificação e controle rigoroso da intimação.

  2. Elaboração da Peça: Redação feita por uma equipe jurídica especialista e já treinada.

  3. Protocolo no Sistema: Realização do protocolo final com confirmação.

O seu escritório não precisa contratar, treinar ou gerenciar ninguém. A operação simplesmente roda com qualidade padronizada e taxa zero de perda de prazos.


Baixe o fardo operacional e volte a focar no comercial

A pergunta que todo gestor deve se fazer hoje é: o meu tempo está sendo gasto naquilo que realmente faz o escritório faturar mais?

Se a resposta for não, está na hora de transformar o seu contencioso em uma operação enxuta e altamente eficiente.

Quer libertar sua equipe das tarefas operacionais e focar no crescimento do seu escritório?

Fale com a equipe do SM Advocacia e agende uma conversa diagnóstica sobre a gestão do seu contencioso.

 
 
 

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